8 de dezembro de 2011

Top 10 - As mais gostosas da DC

Houve uma época no mundo em que pornografia não era algo acessível e abundante como é hoje em dia, quando com um único clique, zilhões de páginas oferecendo sexo virtual explodem na sua cara, por isso, ver um belo par de coxas, peitinhos pelo decote ou uma bundinha, às vezes, era motivo de comemoração, algo digno de trilhares de visitas na mesma página das revistas em quadrinhos por dia.
Quem vê as heroínas e vilãs nas histórias atuais, todas exalando estrogênio em suas roupas curtíssimas, malhadas e gostosíssimas em poses quase sexuais, nem imagina como era ser leitor de HQs antigamente, onde eram raros esses closes mais ginecológicos e onde os desenhistas se preocupavam mais com a narração da história e a evolução natural dos quadros. A sexualidade estava mais na cabeça dos leitores do que nas garotas desenhadas em si, o que não quer dizer que não dava para se imaginar uma porrada de sacanagens, mesmo com os desenhos comportados.
O Top 10 Personagens gostosas da DC tem a missão de enaltecer as 10 maiores beldades do Universo DC de quadrinhos e relembrar o tempo bom em que ser adolescente era ler gibi e imaginar uma porção de putarias com nossas heroínas e vilãs favoritas!
Nota: Vale lembrar que as informações à seguir dizem respeito ao Universo DC antes do Reboot. Como eu estou cagando pra essa “atualizada”, pra mim, o que vale é o que será dito aí.

Não me lembro exatamente quando foi a primeira vez que vi a personagem Hera Venenosa nas HQs do Batman, mas a personagem deu as caras primeiramente na edição (americana) de número 181 do morcego, de 1966. Criada por Robert Kanigher, a personagem já tinha aquele seu visual mais conhecido (copiado posteriormente pela nossa Mulher Samambaia) e sua origem também era bem parecida com aquela mostrada no medonho filme Batman & Robin, onde ela é interpretada por Uma Thurman.


Enganada por um cientista que trabalhava com ela em um laboratório, Pamela Isley acabou adquirindo o poder de sintetizar seu próprio veneno(com o qual ela pode intoxicar qualquer um com um beijo), além da tara em usar plantas mortíferas para seus intentos criminosos.
Inimiga do Batman, a moça tentou por várias vezes dominar Gotham passando por cima do morcego, mas devido sua loucura, jamais conseguiu, nem tascando um beijo mortal no herói edição sim, edição não em que aparecia.


Tem que ser muito macho para encarar uma ruiva deliciosa dessas e não cair de amores por ela enquanto ela libera seus feromônios. Hera continuou gostosa mesmo quando ganhou um tom verde de pele, graças a uma aventura em que ela encara a Mulher Gato e se dá mal.


E aí? Você caía ou não nos encantos dessa venenosa?


A primeira vez que vi a personagem Máxima, criada em 1989 por Roger Stern e George “God” Perez foi na edição comemorativa do Super-Homem, a de nº 100, publicada no Brasil pela Editora Abril.
Nessa edição (como já comentei aqui antes) o azulão está sendo dominado gradativamente pelo Erradicador (um artefato kryptoniano vivo) e Máxima surge para colocar mais lenha na fogueira, atacando o herói e ordenando que ele reine a seu lado em seu mundo natal, Almerac.

Para Máxima, o Super-Homem é o único ser do universo todo capaz de desposá-la e dar-lhe filhos dignos de uma linhagem de guerreiros (traduzindo: O Super é o único que aguentaria dar umazinha com ela!) e ela não desiste facilmente de convencê-lo, nem que pra isso ela o tenha que encher de porrada, coisa que ela faz sem pestanejar para provar-lhe seu ponto de vista.

Com uma gama variada de superpoderes, a gata guerreira não se intimida em mostrar que possui super-força (capaz de rivalizar com o Super-Homem), voo, telecinese, telepatia, controle de mentes, raios óticos e campos de força, e com tanto poder de persuasão assim, não me admira que ela tivesse levado o Homem de Aço à lona.
Me lembro até hoje os efeitos afrodisíacos que uma edição elseworld (daquelas do tipo “O que aconteceria se...”) chamada Armageddon 2001 teve em mim na época. Na história, Lois Lane morre durante o trabalho de parto do filho do Super-Homem, e desiludido ele aceita reinar Almerac ao lado de Máxima.

Desenhada por Bryan Hitch, a gostosa passa a história toda com figurinos provocativos e não perde uma só chance de se agarrar com o Homem de Aço. Me lembro de ter visitado muitas vezes essa edição só pra ver a Máxima em trajes, digamos, sumários!

Ao longo das décadas, houve várias personagens chamadas Caçadora na zoneada cronologia da DC, mas vou me ater a que mais interessa: Helena Janice Bertinelli, criada em 1989, após os acontecimentos da Crise nas Infinitas Terras, primeira tentativa da editora de colocar ordem no barraco cronológico.
Não me lembro de tê-la visto muitas vezes nas edições do Batman que tenho aqui em casa, mas me lembro que no excelente desenho da Liga da Justiça (Sem Limites), onde ela costumava aparecer até com certa frequência, Caçadora era a mais gostosa de todas, deixando no chinelo até mesmo as bambambans Mulher Maravilha e Mulher Gavião.

Se coloque no lugar de um malfeitor de Gotham City por alguns instantes, caro padawan. Vamos lá, exercite sua imaginação.
Numa bela noite você está tentando roubar um banco, já se borrando de medo que o Batman apareça e transforme sua cara em molho de tomate. Eis que surge, no entanto, a Caçadora em sua frente. Uma baita de uma morena gostosa, vestida num shortinho curto, com as coxas grossas de fora e com um brilhante batom nos lábios carnudos. 

Dude!!

Eu largava maçarico, largava dinheiro e tudo o mais só pra ficar babando na plástica perfeita dessa gata, e ainda mandava ela bater só pra vê-la mais de perto!

Bem que a Helena podia dar umas bandas aqui por São Paulo de vez em quando!





A Canário Negro foi outra das personagens que passou por remodelagens após os eventos de Crise nas Infinitas Terras, e a personagem que faz parte da Liga da Justiça (inclusive a do desenho) é Dinah Laurel Lance, filha da primeira Canário Negro, que costuma aparecer nas histórias da Sociedade da Justiça (espécie de clube de heróis que já deveriam ter se aposentado, mas que ainda andam de colante por aí).
Loira, dona de um pããtcha de um par de coxas envoltos numa meia-arrastão e toda apertadinha num corpete tomara-que-caia (mas que não cai nunca!), Dinah é uma das personagens femininas mais duronas da DC, e não hesita em cair na porrada com a bandidagem ao lado do peguete Arqueiro Verde de vez em quando. 


Junto de Caçadora e da Oráculo (Bárbara Gordon, a antiga Batgirl), Dinah quebrava a cara dos malfeitores em suas próprias aventuras com as Aves de Rapina, e como esquecer a fase em que a personagem era desenhada pelo brazuca Ed Benes! Haja punheta para tantas poses eróticas!

Vale citar que a personagem original Canário Negro foi criada por Robert Kanigher (o mesmo que criou a Hera Venenosa) e Carmine Infantino em 1947, e estreou em Flash Comics #86. Os poderes metahumanos (seu grito sônico) só surgiram em sua versão dos anos 80, com a filha da primeira Canário.

A personagem Supergirl que conhecemos atualmente já surgiu em meio à explosão de testosterona que tornaram-se as HQs da metade dos anos 90 pra cá, e exatamente por isso, ganhou toda uma sexualidade exacerbada em seu visual, graças ao desenhista (falecido) Michael Turner.
Totalmente diferente em personalidade da personagem que morreu em Crise nas Infinitas Terras ao ser atingida mortalmente pelo Antimonitor, essa Kara Zor-El foi inserida no Universo DC pelas mãos de controverso Jeph Loeb, e foi exatamente essa aventura chamada A Supergirl de Krypton que me trouxe de volta ao mundo dos quadrinhos, após um longo afastamente no começo dos anos 2000.


Loirinha, com um corpo adolescente (Pedobear detected!!) saradíssimo e com um tremendo ar inocente no rosto graças a sua falta de experiência em conviver com pessoas (uma vez que ela passou boa parte de sua vida viajando pelo espaço à bordo de uma nave vinda de Krypton), Kara é prima do Superman e possui os mesmos poderes que o parente mais conhecido.


Seja sincero. Se você estivesse limpando os vidros de um prédio em Metrópolis e descuidadamente escorregasse lá de cima de seu andaime, há mais de trinta andares de altura, quem você gostaria que te salvasse, os braços musculosos de aço do Superman ou essa delícia de loirinha peituda, de sainha curta e pernas de fora??

Se você disse "Superman", acho que o Ronnie Von tem uma palavrinha pra você:
Significa!


Criada exclusivamente para integrar os Novos Titãs em Outubro de 1980, na edição de nº 26 da revista americana DC Comics Presents, a Estelar já era um arraso desenhada por George “God” Perez (seu cocriador) e escrita por Marv Wolfman (o pai da criança).
Se você nunca ouviu falar de Marv Wolfman e George Perez, encaminhe-se até a janela mais próxima e atire-se dela, por gentileza.
Os Titãs surgiram no intento de concorrer com os X-men da Marvel em popularidade com os adolescentes, e provaram, graças à talentosíssima dupla de criadores, que tinham sim, brilho próprio.


Ao lado de Donna Troy (que não entrou em minha lista por pouco!), Estelar figurava como o alvo principal da punheta dos adolescentes da época, no grupo juvenil liderado pelo Robin (Dick Grayson), e toda a malícia que vinha da personagem devia-se ao fato de que ela era uma alienígena que para aprender outras línguas nativas (idiomas, padawan, idiomas) ela precisava (literalmente) entrar em contato com a língua deles, o que devia gerar um buzz fantástico entre a molecada. Quem não ia querer ser estrangeiro e “ensinar” sua língua nativa para a bela Koryander?


Dona de um penteado a la Elba Ramalho (nunca entendi aquele rastro de “cabelo” que ficava por onde ela voava!) Estelar vestia apenas um maiozinho roxo que mal escondia suas voluptuosas curvas, e a beldade devia fazer a alegria do Mutano, do Robin e do Ciborgue na Torre Titã com esse figurino.
Embora os desenhos de Perez fossem bem comportados na época se comparados com outros mais “muderninhos”, sua Estelar já era uma baita de uma gostosa, e perdi as contas de quantas vezes esmiucei cada um dos quadros em que ela aparecia só pra “manjar” aquele belo par de peitos.


Estelar foi popularizada no desenho Teen Titans onde ganhou uma personalidade mais infantil (além das gags idiotas de desenhos japoneses), mas ela jamais saiu de nossos corações e lembranças como a personagem mais gostosa dos heróis adolescentes da DC.


Pára tudo!
Não existe personagem mais fetichista que Zatanna no mundo dos quadrinhos e isso qualquer um pode concluir dando uma ou duas olhadas em um desenho dela.
Ela é uma morenaça que veste um corpetinho apertado, meias arrastão (provavelmente copiadas da Canário Negro) e uma cartola. Fala aí se você não gostaria de topar com uma dessas por aí e pedir para que ela lhe tirasse um coelho da cartola?
Zatanna foi criada por Gardner Fox e Murphy Anderson, e sua primeira aparição se deu na revista Hawkman #4 de 1964.
Seus poderes são um misto de encantamentos que ela invoca pronunciando as palavras ao contrário e ilusionismo, mas na minha opinião seus verdadeiros dons hipnóticos vem de seu belo par de seios que explodem pra fora do decote, sem falar naquelas coxas! Que coxas!!

Não dá pra resistir!
Na xexelenta série de tv Smallville, a bela Zatanna foi interpretada e muito bem representada pela lindíssima Serinda Swan.
Se os produtores da Warner forem espertos, eles pegam a moçoila e botam ela para repetir seu papel num vindouro filme da Liga da Justiça. Aposto que a cuecada não iria reclamar!

E o pódio desse Top 10 não podia ser aberto por ninguém melhor que ela, a exuberante, a voluptuosa e deliciosa Poderosa.
Versão da prima do Superman da Terra 2 (aquela em que o Superman já é um tiozinho de cabelos grisalhos), a Poderosa fez sua estreia em All Star Comics #58 de 1976, e manteve-se no universo regular da editora mesmo após os eventos de Crise nas Infinitas Terras em que toda essa papagaiada de universos paralelos foi apagado da existência (somente para voltar anos depois em Crise Final).

Até hoje não entendo muito bem o por quê de se existir duas personagens com basicamente a mesma premissa como a Poderosa e a Supergirl, mas como na DC é muito comum se ter duas, três e as vezes até quatro versões dos mesmos heróis(houve uma época que existiam três Flashes e três Robins simultanenamente), não faz muita diferença essa minha dúvida.
O que realmente importa é que a Poderosa é com certeza presença garantida em qualquer top 10 de personagens mais gostosas dos quadrinhos, e a razão é a mesma que faria Sabrina Boing Boing morrer de inveja se a loira da DC realmente existisse: SEUS ENORMES E FORMOSOS PEITOS!
Eu não conheço muitos inimigos da Poderosa, mas eu imagino o quanto deva ser difícil enfrentar essa mulher e prestar a atenção em algo mais do que esses peitos à sua frente! Lex Luthor desistiria da vida de crimes. O Metallo desejaria ter seu corpo humano de volta ao vê-la. Até mesmo o Coringa viraria homem de novo e deixaria de correr atrás do Batman por ela.
A Poderosa é mesmo... Poderosa!!


Ela é linda. Ela é uma ladra habilidosa. Ela é sexy. Ela veste um colante preto. Ela tem orelhinhas de gatinho. Ela já foi interpretada no cinema e na TV por Julie Newmar, Michele Pfeiffer e Halle Berry (sem falar em Anne Hathaway). Ela é uma das únicas personagens femininas que consegue fazer o Batman de gato e sapato e ela, claro, é uma das personagens mais gostosas da DC!
A Mulher-Gato (o alter ego de Selina Kyle), foi criada em 1940 por Bill Finger (também o criador do Robin) e Bob Kane (pai do Batman), e teve sua primeira aparição na edição número 1 de Batman (lembrando que o personagem até então não tinha título próprio, sendo publicado na Detective Comics).


Desde os primórdios, Selina serviu como a tentação do Batman, fazendo-o esquecer por vezes, que ela era uma ladra e que por isso, devia ser aprisionada por ele, tanto quanto mereciam o Charada ou o Pinguim (que jogou kryptonita no Superman), e não me admira o fato de que ela tenha conseguido escapar do morcego tantas vezes. Se bobear, Batman fazia de propósito só pra ser derrubado por ela e fazê-la lamber sua boca todas às vezes em que se encontravam. Morcego safadinho!

A Mulher Gato é outra daquelas personagens fetichistas (de chicotinho e tudo!) que te deixam maluco o tempo todo em que estão em cena, e não culpo o morcego por não tê-la detido definitivamente até hoje.

Deve ser bem difícil prestar a atenção em outra coisa a não ser naquele traseiro maravilhoso dentro daquela calça de couro brilhante quando ela está por perto! Haja bat-catuaba e bat-amendoim!
Santa gostosura, Batman!

Criada a partir de uma imagem de barro por sua mãe Hipólita, à qual cinco deusas do Olimpo deram vida, Diana foi também abençoada com superpoderes (força, agilidade, resistência sobre-humana e voo) que a tornaram a grande campeã de Themyscira, lar das amazonas. Tendo crescido numa ilha habitada apenas por mulheres (mas que beleza!! Onde fica essa ilha??) Diana foi obrigada a conhecer o mundo dos homens quando Ares, o deus da guerra, ameaçou a existência do planeta, fazendo então sua estréia como a Mulher Maravilha.

A primeira aparição da personagem deu-se em All Star Comics #8 (Dezembro de 1941) pelas mãos de William Moulton Marston, e na época, em plena Segunda Guerra Mundial, a primeira heroína dos quadrinhos não passava de um símbolo de como os homens viam as mulheres: Um objeto sexual.
Não era raro se ver capas da revista da Mulher Maravilha em que ela aparecia de perna aberta em cima de um míssil ou sodomisada de alguma forma, e embora ela tenha surgido nesse contexto, mais tarde ela ganhou seu valor, se popularizando com a série de TV protagonizada por Lynda Carter, considerada por muitos como A Mulher Maravilha.

Com a bagunça cronológica da DC, foi necessário se modernizar a Mulher Maravilha, e ela perdeu todo aquele contexto de Segunda Guerra Mundial, apesar de manter seu traje estrelado, ganhando ares mais gregos pelas mãos de (ele de novo) George “God” Perez no primeiro reboot da editora no final dos anos 80.
O fato é que a Mulher Maravilha é o símbolo máximo da gostosura nos quadrinhos. Que outra personagem tem o privilégio de dizer que foi modelada do barro e que possui, por isso, um corpo perfeito, forjado por deusas (sem celulite, estrias, varizes ou TPM)? Que outra personagem goza do fato de não cair tão facilmente nas graças de homens e exigir que apenas os mais fortes a desposem (até porque não deve ser qualquer um que aguenta!), mantendo-se ilibada (dizem) por tanto tempo?

A Mulher Maravilha é o sonho de consumo entre 11 de dez vilões da DC (inclusive Darkseid que chegou a vir de Apokolips só pra se casar com ela no desenho dos Superamigos), deixa a cuecada maluca na sede da Liga da Justiça (esperto é o Superman que usa a visão de raio x para espiá-la no banho!) e ainda causa a inveja em todas as outras mulheres do grupo por seu corpo (literalmente) escultural.


O primeiro lugar não teria a mesma graça se não pertencesse a ela, a grande musa dos quadrinhos, e é com toda honra que ela sobe ao ponto mais alto do pódio (com sua calcinha estrelada) desse top 10.


Vida longa à Diana, e não se esqueça: Com a Liga da Justiça toda dominada, só tem uma saída: Foge, foge, Mulher Maravilha, Foge, foge com o Superman...

Até o próximo Top 10 Gostosas da Marvel!

NAMASTE!

6 comentários:

  1. Bela lista... Agora.. a personagem mais gostosa q já vi nos quadrinhos, merecendo uma fapada, foi a GLORY do Rob Liefield da Image. Aquela é diliça total!!

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  2. no desenho da DC (Liga da Justiça) Poderosa é um clone da supergirl... Só acrescentando

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  3. cara na minha opinião, de longe, mas de longe mesmo, a caçadora é a mais gostosa de todas

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  4. faltou só a arlequina

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  5. Santo Punheteiro, Batman!!! esta é uma lista de merecedores aplausos.

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  6. Conseguiram destruir a Supergirl.

    Tem horas que eu chego a me sentir órfão da Helen Slater...

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